terça-feira, 26 de setembro de 2017
O Amor Concreto
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Pecado, Alienação e Redenção
Tolerância Destrutiva
O Paradoxo da Tolerância e o Evangelho
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Assassinatos de LGBT: Mais Matemática, Por Favor
Alguns dizem que a população LGBT é de 11 milhões de pessoas, ou algo próximo de 5% da população. Dizem que algo em torno de 347 LGBT's morreram assassinados por motivo de homofobia em 2016, certo? Morrem, aproximadamente, 55 mil brasileiros por ano por assassinato. Vamos lá: se 5% da população corresponde a 343 assassinatos, e se multiplicarmos esse número por vinte - que dá a proporcionalidade de 95% de brasileiros héteros -, então teremos 6.940 assassinatos proporcionais aos 95%. Isso significa que sobram aí 43.060 assassinatos proporcionais para que o grupo LGBT alcance o tanto de assassinato de héteros.
Isso quer dizer que existe uma epidemia de heterofobia, se morrem proporcionalmente mais de héteros no Brasil? Não, pois no Brasil morre muito todo mundo. O Brasil é um dos países que mais mata, e nenhuma classe sai ilesa. O que contesto é essa narrativa incriminatória que, no fundo, visa cercear a opinião, meter medo e, no fundo, anseia poder político por meio de uma calúnia que se quer verdade porque aqueles que se servem dela sabendo que podem ganhar com isso. O vitimismo é algo altamente lucrativo no mundo contemporâneo.
Por tanto, mais honestidade e matemática, por favor.
Mais Sobre Arte: A Crítica da Faculdade de Julgar
O Dom do Conhecimento
Antes de Palpitar Sobre Arte
Antes de palpitar sobre arte ou expressão, leiam esses livros, por favor:
Benedetto Croce: Estética como ciência da expressão e linguística em geral.
F. W. J. von Schelling: Filosofia da Arte (Obra Genial).
Roger Scruton: O Rosto de Deus (esse livro tem um itinerário semelhante ao de Hegel: passa da realidade espiritual e abstrata para a concretização do espírito no mundo).
Roger Scruton: Coração Devotado à Morte - O Sexo e o Sagrado em Tristão e Isolda, de Wagner (veja aqui qual é o lugar do sexo na arte, pois ele está ligado à redenção, e não à profanação).
Fichte: Sobre o Espírito e a Letra na Filosofia (é aqui que começa a investigação filosófica da arte ligada ao romantismo alemão).
Ângelo Monteiro: Arte ou Desastre (Crítica deliciosa à arte moderna. Livro de formação para barsileiros).
Theodore Darlrymple: Nossa Cultura... Ou o que restou dela (Os primeiros 12 ensaios falam exclusivamente sobre arte e na segunda parte existem insights sobre arquitetura, como em "Como Ler uma Sociedade". O 12° ensaio fala sobre o niilismo estético).
Santo Agostinho: Cidade de Deus (Nos primeiros capítulos Agostinho apresenta uma hipótese para a decadência romana: os teatros. A argúcia do pensamento de Agostinho é de espantar).
G. W. F. Hegel: Curso de Estética (A visão de arte de Hegel apresentada através do seu método dialético e da sua filosofia da consciência é edificante e maravilhosa).
Platão: República (Aqui está a crítica fundamental da arte que se tornou modelo para a filosofia).
S. A. Kierkegaard: O Desespero Humano (como uma categoria da consciência isolada do seu fundamento pode levar o homem, através da atividade frenética da imaginacão, ao desespero do infinito e sem formas? Com uma visão cristã Kiekergaard aponta aqui a doença das doenças da modernidade: a ausência das limiações ou, em linguagem filosófica, de um limite ontológico, algo que desemboca no niilismo estético).
C. S. Lewis: A Abolição do Homem (Como o subjetivismo pode destruir a sua Humanidade e até a sua nação? Não tratando diretamente da arte, Lewis toca, não obstante, em um ponto fundamental da compreensão da arte: o fundamento objetivo da experiência humana).
Nortorp Frye: Imaginação Educada (Qual o alcance da literatura bíblica e grega na formação da literatura, do padrão linguístico e mental do Ocidente?).
Imannuel Kant: Observações Sobre o Sentimento do Belo e do Sublime (Sendo um livro de antropoligia filosófica, Kant parte dessas duas categorias estéticas para explicar até a diferenciação entre os sexos. Você já ouviu falar do "Belo Sexo" se referindo ao gênero feminino e o "Sexo Sublime" se referindo ao gênero masculino?).
Edmund Burke: Investigações Filosófica Sobre a Origem das Nossas Ideias do Sublime e da Beleza (Investigação profunda sobre os fundamentos do gosto).
Roger Scruton: Beleza (Uma obra brilhante para compreendermos a destinação da arte e do porquê da degradação do gosto ser também a degradação homem e do mundo).
René Girard: A Conversão da Arte (Como a arte pode revelar a verdade fundamental da inveja como um dado estrutural da cultura humana e a consequente escalada aos extremos apocalípticos da violência que invariavelmente são canalizados a um bode expiatório? Girard sustenta a tese de que toda a literatura é essencialmente a recontagem da narrativa da paixão de Cristo, o seu modelo fundamental, ou é uma farsa que oculta o homem do próprio homem)
Werner Jaeger: Paideia - A Formação do Homem Grego (Qual era a ideia de formação grega? Contando a história do ideal pam-educacional da civilizacão grega, que ia da ideia de educação à política, família, religião, filosofia, artes em seu mais amplo alcance e mesmo à estética corporal, Jaeger explica a dimensão, profundidade e alcance da cultura grega).
Não vá na ideia de ideologuinho ou teologuinho. Leiam isso e aprendam o que é arte.
A Arte como o Último Covil
Hegel e a Finalidade da Arte
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Igreja Reformada, a Lei e a Liberdade
Esse equilíbrio entre Graça e Lei é a razão da ordenação de muitas sociedades protestantes e aquilo que impediu de estas sociedades sucumbirem às ações de revolucionários fanáticos e dos totalitários. A Bíblia não apenas anuncia a Graça, também nos confere mandamentos, pois segundo ela, Deus, quando se revela, não é apenas salvador, mas também é legislador. Qualquer um que não está sob a lei de Deus não pode estar sob a sua graça.
Se por um lado temos os legalistas que ligam mais para a moral do que para a graça - sufocando a vida do homem - e por outros temos os fanáticos revolucionários que desejam destruir todo o tipo de ordem em nome de uma liberdade absoluta, a Bíblia nos ensina que sob Deus o homem, na sua presença, vive na junção da lei e da liberdade, o que evita com que sejamos legalistas ou liberticidas, mas um tipo de homem cuja personalidade se encontra centrada em Deus.







